Ela topou a experiencia sem carro, e registrou tudo pra nós!! Êeeeeeeeeeeeeeeeeeeee...Ela conta tudinho, passo a passo, com direito a selfie no fretado, no metrô, a pé, na carona solidária, no taxi e tudo!!
O maridão Ricardão estava junto, e fez até um comparativo de gastos e tempo. Acho que só faltou contabilizar o desgaste do carro, daí o trajeto sem carro ganhava!!
Leiam e se empolguem!!
E mandem pra nóoooooooooos...vamos trocar experiencias e incentivarmos uns aos outros!!
Obrigada queridos por lembrarem de mim!! E parabéns por experimentarem um dia sem carro!!
Segue reportagem abaixo escrita pela própria Ana Paula e o Ricardo!!
"Sou acostumada a depender de carro como único meio de transporte pois moro no San Conrado em Sousas, distrito de Campinas, onde, além de longe, o transporte público é escasso.
Precisei recentemente ir à São Paulo algumas vezes mais para resolver várias burocracias e fiquei “traumatizada” quando no último dia 04 levei mais de 3h para chegar ao destino, na Avenida Paulista – isso sem nenhum acontecimento “extraordinário”, como obras ou acidentes, que prejudicassem o trânsito. Quase perdi hora do compromisso por conta do denso e tenso tráfego. O humor acaba, o estômago dói de nervoso.
Pouco depois, dia 08, precisei voltar ao mesmo lugar, mas resolvi fazer diferente: não ir de carro. O meu marido Ricardo me acompanhou nessas incursões.
Ele morou um tempo em Barão Geraldo e além da bike, utilizava o fretado do laboratório onde trabalha, deixando o carro somente para dias de temporais ou compromissos excepcionais. Portanto, gostou da minha ideia (especialmente por podermos ir dormindo na viagem). Lembrei da minha amiga Lelê e seu blog e resolvi registrar a “aventura”!
E lá fomos nós!
Pegamos um fretado que sai da portaria do San Conrado às 6h35 e faz várias paradas pelo
caminho para os mensalistas, a viagem foi tranquila e descemos na estação de metrô Sumaré às 8h45 para pegar a linha até a estação Trianon-Masp. Rapidinho chegamos ao nosso destino na Av. Paulista.
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Selfie no Fretado, escurinho, cochilo bom na estrada![/caption][caption id="attachment_344" align="alignright" width="225"]
Selfie no Metrô, Linha Verde[/caption]Como era feriado em Campinas, fizemos alguns passeios na capital. Fomos caminhando ao Conjunto Nacional, visitamos a Livraria Cultura e encontramos um amigo do Ricardo que nos levou para um café na padaria Bella Paulista.
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Andar faz bem! (apesar do sol que estava me derretendo)[/caption]A avenida está toda enfeitada e eu, particularmente, adoro essa época! Acho que renova as energias e perspectivas.

De lá seguimos para o metrô novamente para chegarmos mais rápido ao centro, fomos ver uma exposição no Centro Cultural Banco do Brasil (única atração de segunda-feira, quando todos os outros museus estão fechados). Pegamos a linha Amarela na estação Paulista, baldeamos para a linha Vermelha e em seguida para a linha azul, a ideia era descer na estação São Bento e ir caminhando para o CCBB, bem próximo dali.
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Ops! Descemos uma antes sem querer![/caption]Fomos na exposição “Oficina do Gesto” do artista Hans Hartung, muito bacana. Ele se permitiu experimentar utilizando diversas técnicas e ferramentas para produzir suas obras que, por vezes, ia à exaustão em seu atelier. Vale a pena a visita.
Como estávamos por ali, fomos caminhando ao Mercado Municipal para almoçar e recompor as energias com o famoso sanduíche de mortadela e um chopinho gelado (afinal, não estávamos dirigindo!).
Como não havia mais nenhuma programação, voltamos ao metrô na estação da Sé (linha Azul) para irmos para a rodoviária do Tietê para iniciarmos nossa jornada de volta à roça.
Mal sabíamos que seria tão difícil...
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Eu ainda estava empolgada nesse ponto![/caption]Eram 15h30, e tínhamos esperança de conseguir embarcar para Campinas sem esperar muito, já que há muitos ônibus fazendo esta linha. Ledo engano: o guichê para comprar passagem para Campinas estava lotado. Por ter sido feriado municipal e prolongado, sobrecarregou a linha. Só conseguimos passagem para sair às 17h15. Foram horas cansativas pois não há infra-estrutura adequada para espera. A iluminação é ruim e não há uma boa ventilação. Barulho, calor, irritação. Enfim embarcamos com destino à rodoviária de Campinas, rezando para chegarmos em tempo de pegar o circular para Sousas (linha 3.96 que já é escassa e estava operando em esquema especial de feriado – leia-se: menos opções de horários).
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Selfie no bumba da volta! Vamos cochilar de novo![/caption]Estávamos cansados e ao chegarmos na rodoviária de volta à nossa cidade, demos “tchau” de longe para o busão que partia rumo à Sousas. Sobramos... Eram 18h49 (perdemos o ônibus por 4 minutos).
Não conseguíamos informações, o único guichê nas plataformas servia apenas para os horários dos ônibus metropolitanos. Ficamos um tempo a pensar no que fazer, conseguimos acessar pelo celular o itinerário e descobrimos que o próximo seria apenas dali a 1 hora aproximadamente. Fizemos alguns telefonemas para tentar buscar uma solução mais rápida.
Por sorte minha mãe, dona Eliana, estava em trânsito, e pedimos uma carona. Fomos de taxi até o Ventura Mall e ela nos resgatou lá, pondo fim à nossa peregrinação entre São Paulo e Campinas.
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Selfie no taxi! O taxista se divertiu[/caption][caption id="attachment_352" align="alignleft" width="300"]
Selfie no carro de carona com nossa heroína!![/caption]Se não fosse por esse stress todo que foi o retorno, teria sido ótimo. De qualquer forma: a próxima vez irei utilizar esse mesmo esquema mas irei programar para voltar com o fretado. Ele sai às 17h45 da estação Barra Funda direto para o San Conrado. Essa foi uma bobagem que fizemos, pois já que iríamos esperar, um pouco a mais não teria feito diferença e teria poupado esse fim cansativo.
O Ricardo, organizado, fez um comparativo de custos, não deu diferença por conta desses probleminhas com o retorno. Também não havíamos feito um planejamento, mas é possível gastar menos, por exemplo, se voltar para Campinas com os fretados, que são mais baratos que o Cometa, ou pegando carona através de aplicativos móveis e comunidades na internet. Termos pegado um taxi em Campinas também encareceu bastante a viagem, o que não aconteceria se tivéssemos conseguido pegar o ônibus circular a tempo. Fica de lição para a próxima vez! Mas, sim, ganhamos muito em tempo e o sossego, compensa demais:
Transporte para 2 pessoas:
04/12 (carro)
R$ 50,00 estacionamento (SP)
R$ 60,00 gasolina (Campinas-SP-Campinas)
R$ 31,00 pedágio (Campinas-SP-Campinas)
Total: R$ 141,00
Tempo do San Conrado até nosso destino em SP: aproximadamente 3h15
08/12 (ônibus)
R$ 50,00 fretado (Campinas/Sousas-SP)
R$ 55,60 cometa (SP-Campinas)
R$ 18,00 metrô (SP)
R$ 24,00 taxi (Campinas)
Total: 147,60
Tempo do San Conrado até o mesmo destino em SP: aproximadamente 2h30"
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